"E, havendo disto isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo" João 20:22
Durante uma consulta com o meu médido, ele pediu uma tomografia computadorizada do meu crânio, tórax e abdomem. Isso me assustou, já que sou uma simples habitante das ilhas Fiji, no Pacífico Sul, e só tinha visto uma tomografia pela TV.
Anne Korup, enfermeira-chefe na universidadae, marcou horário para mim, já para o dia seguinte. Ela me recebeu e esteve comigo durante o dia todo. Dois médicos e uma irmã enfermeira me atenderam. Após a medicação e o procedimento necessários, deitaram-me numa caminha estreita, prederam-me a ela e me protegeram a cabeça. O médico me instruiu a ficar imóvel durante o exame. Explicou que escaniariam primeiro minha cabeça, depois o peito e depois o abdomem. Ele pediria que eu segurasse a respiração à vezes, e disse que falaria comigo a partir da sala de controle através do sistema de som. Garantiu-me que tudo sairia bem. Fiz uma oração de agradecimento ao meu Pai celeste por médicos tão maravilhosos.
Os médicos saíram para a sala de controle, deixando-me sozinha. O procedimento começou. Após um tempo que me pareceu horas, ouvi o doutor dizer: "Pare de respirar". Cortei a respiração instataneamente; ouvi movimento e ruído, e então ele anunciou: "Respire Agora". Isso aconteceu várias vezes. Fiquei contente de verdade quando aquilo acabou. Meu grande alívio durou pouco, todavia. A enfermeira injetou um medicamento no meu braço esquerdo, e o procedimento começou de novo.
Quando ouvi a voz familiar anunciando: "Pare de respirar", parei de respirar e fechei os olhos. Então, novamente, ouvi uma voz fração à distância, diznendo: "Pare de respirar". Eu não havia respirado desde a última vez, e estava absolutamente desesperada em busca de ar. Não consegui segurar a respiração por mais tempo- achava-me à beira do sufocamento. Que deveria fazer? Nesse exato momento ouvi o mais doce anúncio, em voz alta e clara: "Respire agora". Foi a respiração mais profunda que já fiz. Aquilo era vida, vida revigorante para mim!
Lembro-me de que Jesus soprou o sopro da vida sobre Seus discípulos, e Ele faz o mesmo conosco. O sopro da vida é o Espírito Santo. Lembremo-nos de que, mesmo em nosso mais desesperado momento de necessidade, o doce Espírito vem, e nos revigora e fortalece.
Autora: Fulori Bola
Extraído de Meditação da mulher: Notas divinas, Casa Publicadora Brasileira, 2010
Durante uma consulta com o meu médido, ele pediu uma tomografia computadorizada do meu crânio, tórax e abdomem. Isso me assustou, já que sou uma simples habitante das ilhas Fiji, no Pacífico Sul, e só tinha visto uma tomografia pela TV.
Anne Korup, enfermeira-chefe na universidadae, marcou horário para mim, já para o dia seguinte. Ela me recebeu e esteve comigo durante o dia todo. Dois médicos e uma irmã enfermeira me atenderam. Após a medicação e o procedimento necessários, deitaram-me numa caminha estreita, prederam-me a ela e me protegeram a cabeça. O médico me instruiu a ficar imóvel durante o exame. Explicou que escaniariam primeiro minha cabeça, depois o peito e depois o abdomem. Ele pediria que eu segurasse a respiração à vezes, e disse que falaria comigo a partir da sala de controle através do sistema de som. Garantiu-me que tudo sairia bem. Fiz uma oração de agradecimento ao meu Pai celeste por médicos tão maravilhosos.
Os médicos saíram para a sala de controle, deixando-me sozinha. O procedimento começou. Após um tempo que me pareceu horas, ouvi o doutor dizer: "Pare de respirar". Cortei a respiração instataneamente; ouvi movimento e ruído, e então ele anunciou: "Respire Agora". Isso aconteceu várias vezes. Fiquei contente de verdade quando aquilo acabou. Meu grande alívio durou pouco, todavia. A enfermeira injetou um medicamento no meu braço esquerdo, e o procedimento começou de novo.
Quando ouvi a voz familiar anunciando: "Pare de respirar", parei de respirar e fechei os olhos. Então, novamente, ouvi uma voz fração à distância, diznendo: "Pare de respirar". Eu não havia respirado desde a última vez, e estava absolutamente desesperada em busca de ar. Não consegui segurar a respiração por mais tempo- achava-me à beira do sufocamento. Que deveria fazer? Nesse exato momento ouvi o mais doce anúncio, em voz alta e clara: "Respire agora". Foi a respiração mais profunda que já fiz. Aquilo era vida, vida revigorante para mim!
Lembro-me de que Jesus soprou o sopro da vida sobre Seus discípulos, e Ele faz o mesmo conosco. O sopro da vida é o Espírito Santo. Lembremo-nos de que, mesmo em nosso mais desesperado momento de necessidade, o doce Espírito vem, e nos revigora e fortalece.
Autora: Fulori Bola
Extraído de Meditação da mulher: Notas divinas, Casa Publicadora Brasileira, 2010
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